
A tornozeleira eletrônica que parece ter saído de um filme de ficção, hoje, já está se tornando uma realidade em nosso país. Na última quinta-feira foi aprovada a lei federal que normatiza o uso de tornozeleiras eletrônicas para monitoramento de detentos via satélite. Em Pernambuco o sistema piloto já está sendo testado na colônia penal do Recife.
O equipamento é produzido pela empresa americana Securealert e já funciona em outros países como França, Portugal, Alemanha,

Coréia do Sul, Espanha, Inglaterra, Estados Unidos e na América Latina na Argentina. Ele é oficialmente representado no país pela TRON Divisão de Negócios Internacionais e pelo grupo M Quintão que já atua no Estado monitorando sistemas de higienização hospitalar também por satélite.
O produto é composto de um dispositivo eletrônico fixado por pulseira emborrachada de aço inoxidável e fibra óptica, sendo resistente à água e ao fogo. Durante a ação, operadores treinados estarão monitorando as tornozeleiras 24 horas por dia. Quando houver violações de conduta, a SEJUS e o detento serão avisados através de alertas vibratórios, sonoros e comunicação direta com o detento possibilitando um diálogo direto com o seu oficial de custódia responsável ou até mesmo uma, áudio conferência entre o detento e outras autoridades.
A tornozeleira será ativada quando o detento sair da zona de excusão ou se o mesmo tentar algum artifício para remover o equipamento. Ela vai funcionar da seguinte forma: 1º emite três sinais vibratórios, 2º três sinais sonoros e por último o detento é avisado via voz com uma comunicação direta com o seu oficial de custódia que estará monitorando o detento.